30
de
agosto
De sinfônica, de dança e de fotos
Depois de pegar uns pastéis lá no Pastel da Maria (http://mskeller.blog.terra.com.br/2011/08/27/miscelanea-total-iii-o-fim/), voltei à Casa Portuguesa (http://mskeller.blog.terra.com.br/2011/08/18/outras-coisinhas-ii/). De última hora, marcamos, minha prima, filhas e genro, um almoço nesse restaurante. Felizmente, o pessoal marcou bem tarde, assim deu para comer meus pastéis lá pelas 11h tranquilamente e deu para gerar um espacinho para o bacalhau lá pelas 14h. Durante a semana, o cardápio, além dos pratos normais, tem pratos do dia a preços ótimos. Claro que, como mencionei, não são postas de bacalhau, mas mesmo assim tem bastante bacalhau e o custo x benefício é bom. No sábado, só à la carte. Mesmo assim, o preço é muito bom. Pode-se optar em alguns pratos entre bacalhau em posta ou desfiado. Mas desfiado é, de fato, com uns pedaços grandinhos. Pedimos dois pratos (para 5 pessoas). Com bebidas, serviço, sobremesa aprox. R$ 45/pessoa. Ainda levei um marmitex para casa e todo mundo comeu muito bem.
À noite, Jazz Sinfônica com Josee Koning (http://www.apaacultural.org.br/jazzsinfonica/programacao_detalhe.php?id_esp=62), no Auditório Ibirapuera. A cantora, holandesa, tem um português quase perfeito. Ela cantou Chico Buarque, sobretudo Calabar. A Jazz é sempre bonita de ver. O maestro, Fábio Prado, muito simpático, deixou a convidada muito à vontade. Músicas lindas como O meu amor, Gota d’água, Ana de Amsterdam (ótima!), etc. Josee Koning conversou muito com a plateia num português quase sem sotaque. É uma apaixonada pela música brasileira, não resta dúvida. Os arranjos, em sua grande maioria feitos pelos próprios músicos da Jazz, ficaram lindos.
Ah, sim, antes de ir para o Auditório, colaborar com o Graac comendo um BigMac. Dia 27 foi dia do tradicional Mac dia feliz. Parte da arrecadação com os BigMacs vendidos vai direto para o Graac. E como tinha gente comendo BigMac!
Mas isso foi sábado, e ainda tinha domingo, claarooo!
E o dia começou cedinho. Participei da Jornada Fotográfica São Paulo nas Alturas (http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/noticias/?p=9333). Esse tipo de evento, pelo que eu soube no domingo, já acontece há alguns meses, mas a participação no dia 28 foi recorde. E como tudo que depende da coisa pública, o pessoal não tem visão mesmo. Vamos pelo básico: não é porque 400 pessoas querem participar que podem participar. Como seriam visitados prédios como o Palácio Anchieta, Martinelli e Olido, e, obviamente, teríamos de subir ao topo desses edifícios que têm limitação de acesso, elevadores, o negócio teria de ser mais bem organizado: limite de número de participantes, divisão do grupo em grupos menores iguais. Éramos muitos, e a divisão foi de acordo com a vontade do freguês. Havia 3 guias. Como eu conhecia um deles (o Laércio), preferi segui-lo. Aliás, ele ficou mesmo com o maior grupo. No Anchieta a coisa não foi terrível, mas no Olido…subimos ao telhado, onde as pessoas tinham de circular por estreitas passarelas entre telhas. Isso, telhas! Os seguranças estavam de cabelo em pé. O risco foi imenso para as pessoas, não resta dúvida. Não fui ao Martinelli, já que o visitei duas vezes nos últimos meses (http://mskeller.blog.terra.com.br/2011/08/07/colocando-o-blog-em-dia/). Valeu ver a cidade de cima, de pontos diferentes. As fotos que fiz estão no link abaixo. Espero poder participar de outra jornada (elas mudam de local até onde entendi), e espero que da próxima vez a organização seja bem melhor.
Fotos da jornada fotográfica (copiar e colocar para ver): http://goo.gl/Yglt8.
E este é o site do fotógrafo responsável pela parte técnica/fotográfica do passeio: http://andredouek.blogspot.com/.
Final do dia e vamos para o SESC Vila Mariana, para assistir a Limón Dance Company (http://www.limon.org/). Uma companhia americana que completa 65 anos. Em horário anterior houve um bate-papo da diretora artística,Carla Maxwell, e do bailarino Daniel Soto com o público. Eu fui mesmo para o espetáculo. Três peças: (a) Era uma vez - não gostei muito, apesar da evidente técnica dos bailarinos, plasticidade dos movimentos, das roupas; (b) Crisálida - um balé só de mulheres. Gostei bastante. O balé é de 2010. Mais leve, mais colorido; e, (c) O Imperador Jones, uma coreografia de 1946, baseada na peça de Eugene O’Neill e com música de Heitor Villa-Lobos. Esta peça foi só de homens. Foi a de que mais gostei. Não sou fissurada em balé moderno, no entanto seguramente vi espetáculos fantásticos pela vida, e se o Limón não esteve nesse patamar também não decepcionou. Valeu conhecer.
E last but not least: lanche com Ana e Elê, que vai embora já,já para os EUA e só volta em 2013…
Lanchonete da Cidade de Moema (http://www.lanchonetedacidade.com.br/). Eu conheço a da Tietê, mas nunca tinha ido à casa de Moema. Lotadaça às 22h do domingo. E barulhenta…mas tudo bem. Sanduíche ótimo, atendimento assim-assim, como em todo lugar, preços altos (paguei o mesmo que para comer bacalhau na Casa Portuguesa. Pode?), mas valeu pelas amigas e pela conversa e pela diversão. Ah, sim, e achei as batatas dessa filial melhor que as que como na Tietê.
E agora se acabou…













