Escrever para viver!

Tudo que der na telha e que eu achar que vale a pena

16

de
abril

Bravo, bravo, bravo!!

Novamente cruzei com a Jazz Sinfônica e Fabiana Cozza.  No ano passado, vi um show ótimo, também lá no Auditório Ibirapuera, em homenagem a Noel e Adoniran (http://mskeller.blog.terra.com.br/2010/04/25/que-palpite-feliz/).  Nossa, nem parece que foi há tanto tempo!  Quase um ano!. Enfim, um espetáculo primoroso.

Hoje não foi diferente.  A Jazz e Fabiana fizeram um lindíssimo espetáculo com músicas de Piaf, Chico Buarque e canções interpretadas por Henri Salvador (http://pt.wikipedia.org/wiki/Henri_Salvador). Bem, Piaf é Piaf e ponto. Não há quem não conheça ou não se encante com Milord; La Foule; Non, je ne regrette rien; o dramático Hymne à l’amour; La vie en rose e por aí vai.  Letras e músicas lindas, marcantes, como foi a própria Piaf. E Fabiana esteve à altura. Cantou lindamente, inclusive com um excelente francês.  Os arranjos também estavam magníficos, valorizando cada peça.

Mais uma apresentação gloriosa tanto da Jazz quanto de Fabiana Cozza. Um encantamento só!

E amanhã tem apresentação gratuita do mesmo show na parte externa (posterior) do Auditório. Quem puder, vá ver. Vale muito a pena.

16

de
abril

Que Rio é esse? Tira-teima

Como escrevi no post sobre o fllme Rio (http://mskeller.blog.terra.com.br/2011/04/08/que-rio-e-esse/), gostei bastante da animação, achei a dublagem original muito boa -sobretudo por ser algo tão Brasil, os americanos fizeram bonito e deu curiosidade de ver como ficou a dublagem nacional. Afinal, quem melhor que brasucas para dar o texto de um filme que fala sobre o RJ 100%? Pois ééééé…não é bem assim. A dublagem nacional está muito boa, exceto pelo Blu (personagem principal) que achei bem fraquinho. O Rodrigo Santoro está no papel que faz em inglês, Tulio, e novamente está bem. A Jade, a Linda e Nigel, este o melhor de todos em minha opinião, estão muito bem. Eu diria que ficou no mesmo nível da versão em inglês. Acho que já está bom, não é?

Algumas vantagens: a música que abre e aparece durante a dança das aves mais para o final tornou-se inteligível. Afinal, são brasileiros cantando em português (comentei que na versão original fica um negócio esquisito demais). E Rafael, o tucano simpático, deixou de ter o toque “rumba” que tem no original.  Só um caramba, mas sem sotaque. De novo: não entendi por que se permitiu que no original ele tivesse esse toque íbero-americano. Enfim…

As músicas foram traduzidas e ficou muito bom.

E como sempre digo, ôôôô dificuldade achar a lista de dubladores nacionais.  Nem no site oficial: http://www.rio-ofilme.com.br/. E foi até engraçado neste filme especificamente: normalmente, deixam o nome dos dubladores originais (créditos), mas em Rio retiraram o nome de todos os dubladores originais (inglês) sem acrescentar os nacionais. Pode?

Enfim, caçando muito pela net, consegui estes nomes.  Ah, sim, e vale ver em 3D principalmente pelas imagens aéreas, voo de asa-delta, das aves, desfile da escola de samba, e outras cositas, mas não é vital. O desenho é muito bonito mesmo. E Blu é uma personagem das mais simpáticas, que deve fazer história.

Gustavo Pereira – Blu
Adriana Torres – Jade
Alexandre Moreno – Nico, o cardeal
Sylvia Salustti – Linda
Rodrigo Santoro – Tulio
Mauro Ramos – Pedro
Guilherme Briggs – Nigel
Luiz Carlos Persy – Rafael

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