16
de
setembro
Para uma quarta foi de bom tamanho
Começando pelo começo:  Amor à distância (http://www.imdb.com/title/tt1322312/)/Going the distance (o tÃtulo em português ficou muito bom desta vez).
Um filme levinho, água com açúcar, que trata das dificuldades de um relacionamento à distância. Aliás, dificuldades não, mas que, dependendo de como o assunto é levado, pode dar certo ou não.  Pode até ser o jeito ideal de se relacionar.
Os atores, Drew Barrymore e Justin Long, estão bastante bem.  Na verdade, nunca gostei muito da DB. Acho que ela é sempre a mesma coisa. Única exceção, quando fez As Panteras.  Enfim…o JL é bom, só que fico incomodada de vê-lo, pois me lembra o tempo todo o Keanu Reeves (que eu adoro). Sabe aquela coisa de pessoa fora de lugar?  De todo jeito, gosto bastante dele.  Não acho que seja um atorzaço, como o KR tambén não o é, mas é simpático, carismático, bonito (o KR é mais).
O filme trata de um casal que se conhece por acaso, começa um relacionamento sem compromisso, mas aà se dão bem, passam a gostar um do outro. Senãozinho: o rapaz mora em NY e a moça em S. Francisco.  Além da distância colossal, tem o fuso horário também. Bom, entre idas e vindas dá tudo certo (desculpem-me mas acho que vocês sabiam disso mesmo antes de eu dizer; eu sabia desde o começo do filme, então…).  Tem aquelas coisas de um se sacrificando pelo outro, abrindo mão de sua carreira pelo outro, e por aà vai.  No final é isso mesmo: relações próximas, ie., de todos os nÃveis sob o mesmo teto, pressupõem emudecer, aceitar, doar, conformar-se, surpreender-se (nem sempre positivamente), descobrir, etc., etc., etc..  E nem preciso dizer que quando há dois envolvidos sentimentalmente sempre um gosta mais do outro do que o outro do um, portanto acomodações e sacrifÃcios são imprescindÃveis para a coisa fluir ou sobreviver. Alguém sempre perde alguma coisa.
Bom, e não pude evitar de rir com uma cena prosaica, comunÃssima: o JL correndo para falar com a DB antes de ela embarcar para casa.  Você já viu alguém correndo pelo aeroporto para fazer isso?  Acho que se a gente vir alguém correndo desatinadamente pelo aeroporto vai começar a correr também (é assalto, terrorista, algum lunático…).  Não viajo tanto assim, mas tenho amigos que viajam muito.  Vou perguntar para eles, depois conto.  Não estava na hora de as comédias românticas arrumarem outro tipo de sequência?  Bom, de todo jeito ainda funciona. A gente até torce um pouquinho para o encontro vingar.
Filminho despretencioso. Se não tiver a fim de pensar, só de rir, ver gente bonita, pode ir tranquilo. Ah, e a trilha sonora é bem legal também!
Depois fui conhecer A Chapa (http://www.achapa.com.br/site/default_noite.asp). Nominho danado de esquisito. Parece que a gente vai comer em uma daquelas peruinhas de cachorro-quente, ou alguma barraquinha na rua, mas não. Pelo menos a casa da Melo Alves (olha o ponto, gente!) é grande, tipo diner americano, com sofazinhos e tudo, só que mais limpinho e clarinho que os de lá. Pedi um sanduichão (garden monsterburguer ou algo assim).  Estava muito bom!  Deem uma olhada no site (link acima). Bacana!
Eles têm um cardápio superextenso; é até difÃcil de escolher e parece que tem muita coisa gostosa.  As fritas que acompanharam meu sanduÃche eram fantásticas.  A única coisa (as usual…) é o serviço. Embora educadinhos, não ilustram a gente sobre os pratos (acabamos pedindo uma batata individual a mais, quando não seria necessário. O garçom poderia ter dito que o que vinha com o prato era mais que suficiente). Além disso, todos estavam bem amarfanhados. Parecia que estavam com aquela roupinha havia muito tempo. Sabe aquela coisa de gente cansada, com caras cansadas, triiisteees…ainda bem que a comida é boa, senão acaba desanimando a gente.  Como mencionei, fazem o que têm de fazer, mas dá a impressão de que estão em sofrimento, in agony (acho esta expressão em inglês linda demais!). Talvez com o sapato apertado, ou a unha encravada, ou …De todo jeito, vale visitar. Ontem, talvez por ser quarta, estava bem vazio lá pelas 20h30. E para arrematar e alegrar (aquela tristeza do pessoal da chapa me abalou…), um sorvetinho do Häagen-Dazs (http://haagen-dazs.com.br/) da OFreite. Muito bom!











