Escrever para viver!

Tudo que der na telha e que eu achar que vale a pena

30

de
abril

Tô indo…

Estou em férias (começa na segunda, mas já estou me considerando em férias por conta).  Como viajo amanhã e vou ter tempo basicamente  para escrever o blog da viagem, talvez este fique em compasso de espera, ou com muito menos postagens do que o normal. Vamos ver como flui a coisa.

De todo jeito, para a volta já há muitas coisas engatilhadas. Então, aguardem que, em breve, tudo volta ao normal.

Beijos a todos e até a volta.

30

de
abril

Um japonês do tempo das cavernas!

Nossa, vi no blog Comidinhas (http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/2010/04/07/um-japones-e-um-nordestino-em-sao-paulo/) um artigo sobre o restaurante Yashiro (http://www.yashiro.com.br/buffetalmoco.htm). Foi meio que um susto, afinal é um restaurante muito antigo em Pinheiros, tradicional, a que eu ia quando estava no colégio (faz muiiiiitooooo tempo!).  Bem simples mesmo, mas bom e de bom preço.

Como o prato da foto me pareceu muito apetitoso, pensei em combinar com alguns amigos e ir até lá para rever o restaurante e provar o tal prato. Marcamos e reservamos.

O restaurante tem dois andares. Reservaram no andar de baixo, pois em cima tinham reserva para um grupo grande.  O restaurante está meio que a mesma coisa: não tem um ar condicionado apropriado (a sorte é que estava meio friozinho), fica um cheiro impregnante de shoyu, fritura; o mobiliário é confortável, bem simples, mas na medida; o jardinzinho da frente é o mesmo; tem estacionamento ao lado do restaurante, o que é um conforto.  A Fernão Dias é uma rua meio degradada, sobretudo pela proximidade com o Largo de Pinheiros, Largo da Batata, pontos finais de ônibus que vêm de Cotia e região, mas só ali no começo. Depois ela fica melhor: ainda tem muitas casas e à medida que vai se distanciando dos Largos fica menos feia, menos suja, menos invadida e acaba ali na Pedroso de Morais.  Aqueles últimos quarteirões ainda lembram a rua que conheci na infância, e pela circulei por décadas. Uma rua típica de bairro, mesmo considerando sua localização privilegiada e trânsito que suporta hoje.

Bem, independentemente da carinha old-fashioned, o serviço foi muito simpático e efetivo, totalmente gaijin.  O pessoal atrás do balcão (sushi-men) era todo ninhonjin.  Ou seja, cada um fazendo a sua parte, independentemente de suas origens.  Um lugar globalizado!

Apesar do cheirinho meio enjoativo, como mencionei acima, a comida não deixou dúvida: muito, muito boa!  Nada sofisticado, mas de excelente qualidade, muito saborosa, farta e barata.  Só têm self-service ou rodízio no almoço e durante a semana. Mesmo sendo à la carte o preço é muito bom.  Experimentamos vários pratos, e eu consegui comer meu prato fotográfico.  Uma delícia e superconveniente para a noite, ie, apetitoso, mas levíssimo. Na medida! Os outros comensais pediram pratos diferentes do meu e me pareceu que todos ficaram muito satisfeitos com o sabor e com o que foi cobrado.

Foi muito interessante voltar a um lugar a que não ia há vários anos (a última vez fui lá com amigos do tempo do Fernão Dias e da USP, deve fazer uns 10 anos mais ou menos, acho) e me sentir em casa, e degustar coisas tão gostosas.

Vale a visita, mesmo sendo um lugar simples e que não está na moda. Talvez até por isso mesmo.

Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://mskeller.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o serviço e siga participando do Terra Blog.