Escrever para viver!

Tudo que der na telha e que eu achar que vale a pena

31

de
janeiro

Moulin Rouge, Bar do Juarez, Miles e muito mais!

Bem, vamos por partes. Primeiramente, Moulin Rouge (www.imdb.com/title/tt0203009/ ). Ganhei vários dvds de um amigo e este entre eles. Finalmente consegui assisti-lo.  De novo, por que, Senhor, o título em português é MR, o amor em vermelho??? No máximo deveria ser só MR ou moinho vermelho (moulin = moinho).  Vá saber, não é?

Bom, voltando…o filme é de 2001.  Não me lembro porque não vi o filme na época: se porque li críticas e fiquei mal impressionada, ou se vi o trailer e achei que não valia a pena.  Não me lembro mesmo.   Mas tanta gente falava do tal filme que eu estava me sentindo uma “outcast” por não tê-lo visto. Considerando tudo isso, preparei-me para ver o filme com a maior boa vontade.

Eu gosto bastante da Nicole Kidman e do Ewan McGregor, então não seria sacrifício ver o filme.   A Nicole Kidman está bem, e o E. McGregor também. Aliás, ele está tão bem que à época das filmagens deveria estar em um período in-between desintoxicações, seguramente! Nos primeiro 20 minutos, eu não sabia bem que filme estava vendo: tinha toques de Laranja Mecância (por causa do E. McGregor, das maquiagens fortes) e pelo kitsch e alguns cenários, pelo caleidoscópio de cores em algumas cenas, me pareceu um pouco com Tommy, sem as drogas, e cheguei até a achar que tinha um pouco de Cabaret também.  Esses primeiros 20 minutos não foram muito fáceis de aguentar.  Mas depois o filme corre melhor.

É uma história mediana, bem previsível, mas os atores principais (NK e EMcG), além dos secundários(Richard Roxburgh = conde,   Jim Broadbent - Zidler) tornam a coisa palatável.   Os
cenários são interessantes, o guarda-roupa também, bem como as músicas escolhidas. Não há uma trilha especialmente feita para o filme, como em muitos musicais.  Usam várias músicas: de Elton John, David Bowie, Beatles, U2, Madona, e citações de músicas mais antigas (Love is a many splendor thing!!) E há algumas frases bem bonitas, algumas repetidas várias vezes e tiradas das músicas, como: I’ll love you till my dying day (barbaridade!!) ; Love is oxygen; Hurt him to save him! e por aí vai.

O EMcG surpreende como cantor (imagino que seja ele mesmo cantando, e não um truque para enganar os incautos) e a NK também não decepciona. Há alguns trechos bem divertidos, hilariantes mesmo (as cenas com Like a Virgin).  Valeu ter visto o filme, mesmo depois de tanto tempo.  Acho que não envelheceu. 

E ontem foi dia do Bar do Juarez (bardojuarez.com.br/index.php?option=com_content&task=section&id=9&Itemid=48 ) que abriu em Pinheiros, bem pertinho do Inst. Tomie Ohtake.  A casa é nova e me parece que tem o padrão dos outros Juarez.  Além do prazer de encontrar um amigo que não via desde dezembro, colocar a conversa em dia, o lugar é bem legal.  Fazia muito tempo que não ia a um Juarez.  Nossa, nem me lembrava como tudo é gostoso ali!  Além de um chope bem tirado.  E a conta também fica num patamar muito bom.  Foi ótimo mesmo.  Estava chovendo de monte, esse o único senão, pois a casa tem uma área externa bem grande e aparentemente bonita, mas não dava para usar.  Numa outra vez, quem sabe.

E como eu estava com energia acumulada, visitinha a amigos para conversar de montão e ver o Miles - um gatinho lindo (bicho mesmo, gente!), simpático, acrobata, encantador!

Como tinha de trabalhar hoje à tarde, um passeio levinho antes do “trampo”: bazar de roupas femininas (preços ótimos!) antes do almoço e depois conversa, conversa, conversa com Dra. Marly e Dr. Miguel. Uma delícia!  Como a gente aprende coisas, ouve histórias interessantes! Tudo de bom! 

E amanhã é outro dia, e vai ser trepidante!  Que bom!

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